segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Poema dedicado ao " Planeta Terra'

SOS...Planeta Terra!

Que volte o azul aos mares
e o amarelo ao sol das manhãs,
refletindo o brilho do ouro
na esperança que traz o amanhã...

Que o céu desembace o cinza
e se pinte de tom celestial,
que aos bandos, pássaros assoviem,
se aninhem num hino angelical...

Que as nuanças acentuem o verde,
esverdeando todos os lugares...
Dêem vida às florestas e campos,
resgatando a mata espessa...

Que o ar volte a ser leve
e livre da negra fumaça...
Nosso pulmão agradece
o final de uma desgraça.

Que o homem se conscientize
e se volte ao que mais interessa ...
Demonstre amor a si mesmo,
devotando seu amor à Terra.

Poluição Marítima

Como sabes, a poluição resulta da actividade humana que suja e contamina o Ambiente.
Apesar de os oceanos serem muito grandes, eles também ficam poluídos pela actividade do Homem.E se há muitos anos atrás se pensava que não havia problema em sujar as águas, hoje em dia a poluição é bastante visível.
Por exemplo, os efeitos da poluição nas espécies marinhas e também no Homem são muitos e os mais graves são as doenças.
O Homem enche o mar de «contaminantes» que, pelo efeito das ondas, são arrastados para as areias dos estuários e baías. Esses «contaminantes» são depois absorvidos por animais que fazem parte da cadeia alimentar.
Ou seja, apesar de parecer que não, a poluição afecta-nos a todos.Apesar de não bebermos a água do mar, tomamos banho nela e alimentamo-nos de peixes que podem estar contaminados.Em pouco tempo as doenças passam também para nós!
É claro que não é só o Homem que polui, todos os animais deixam o seu «lixo» no ambiente, a diferença é que nós o fazemos numa quantidade tão grande que a Natureza não consegue «limpar».
Desta forma, estamos a arruinar um dos bens mais preciosos que existem no nosso planeta: a água.
A poluição das reservas e das fontes é o grande problema para o futuro abastecimento do planeta de água potável. A acumulação de lixo junto às nascentes e a infiltração de fertilizantes no subsolo contaminam as nascentes, poluindo uma riqueza que não tem preço.
Nas grandes cidades, o despejo de esgotos e detritos industriais no mar e nos rios também é uma grande ameaça.
Quando puxamos o autoclismo da casa-de-banho, não pensamos para onde é que a água suja está a ir.Se não for tratada numa estação de tratamento pode causar grandes estragos no oceano!
Nesses locais (as ETAR - Estações de Tratamento de Águas Residuais) usam-se produtos químicos que separam a sujidade da água, que pode assim seguir o seu ciclo sem poluir o meio ambiente.
Muitas indústrias (ainda) lançam nas águas os resíduos da sua produção, sem os tratar. Algumas vezes são resíduos tóxicos (e malcheirosos) que destroem a vida dos rios e que acabam por chegar aos mares.Os derrames de petróleo
Outro grande problema, talvez o que provoca um impacto mais visível, é o derramamento petróleo nas águas do mar.
Normalmente estes derramamentos são acidentais e acontecem quando os grandes petroleiros têm problemas ou afundam.
O mais grave da questão é que muitas vezes há derramamentos propositados!Os navios decidem fazer a limpeza dos seus porões de petróleo em alto mar, o que é altamente proibido, mas muito mais barato do que fazê-lo num porto.
E o que é que acontece quando há um derramamento?Acontece o que viste na televisão no fim de 2002 com o navio «Prestige»: as plantas, aves, mamíferos, peixes e crustáceos que habitam na zona (Galiza, em Espanha) foram afectados pela maré negra do petróleo.
Por causa da maré negra, os seres vivos morrem intoxicados.
E se pensas que as aves conseguem fugir, estás muito enganado. Elas mergulham para caçar peixes e depois, com o peso do crude (o nome do petróleo em bruto) nas asas já não conseguem levantar voo.
Mas este mar poluído também não é bom para nós: fica impróprio para banhos ou mergulhos. Tomar banho numa praia suja pode deixar as pessoas doentes.
Sabias que apenas uma gota de óleo pode destruir centenas e centenas de litros de água potável?
Reciclar, como?

Para reciclar as embalagens usadas, é necessário entender que os materiais se podem separar em famílias.
Separar os resíduos e as embalagens usadas respeitando o tipo de material em que são feitos, contribui para permitir que todo o processo de reciclagem seja feito da maneira mais correcta.Como separar
Quase tudo, em matéria de embalagens, pode ser reciclado: o plástico, o metal, o papel/cartão, o vidro e também a madeira.

O primeiro passo é separar as embalagens usadas por tipo de material e prepará-las para a sua colocação em ecopontos ou ecocentros.
Depois de utilizadas, é necessário escorrer e enxaguar as embalagens usadas, para que os restos dos produtos que estavam no seu interior não provoquem maus cheiros enquanto as guardamos em casa.
Depois, e sempre que possível, devem espalmar-se as embalagens para reduzir o espaço que ocupam em casa e tornar mais fáceis as idas ao ecoponto.
Por último, é importante retirar as rolhas e as tampas sempre que são feitas de outros materiais, diferentes da embalagem em si.

Depois é só colocar as embalagens nos sítios apropriados:- o plástico e metal no ecoponto amarelo;- o papel e o cartão no ecoponto azule - o vidro no ecoponto verde.As embalagens de madeira, por se tratarem de embalagens menos frequentes, apenas podem ser depositadas nos ecocentros.

Como poupar energia em casa ?


Poupar energia significa diminuir a quantidade de energia utilizada quando realizamos qualquer acto do nosso quotidiano.
Gastar menos energia tem várias vantagens - poupa-se dinheiro e ajuda-se o Ambiente.
A produção de energia requer recursos naturais preciosos, por exemplo carvão, petróleo ou gás. Assim, gastar menos energia ajuda a preservar estes recursos e a mantê-los durante mais tempo.
É muito fácil poupar energia em casa.
Existem vários princípios que permitem diminuir o consumo de energia e, como consequência, diminuir os custos do funcionamento tais como:
- Evitar ter as luzes ou os equipamentos ligados, quando não for necessário. - Procurar utilizar os transportes públicos nos trajectos diários. Para distâncias curtas optar por deslocar-se a pé.- Procurar calafetar as portas e janelas, e isolar paredes, tectos e pavimento da casa. Ao fazê-lo, economiza-se energia e a reduz-se o gasto em sistemas de climatização.- Antes de comprar um novo equipamento, verificar a etiqueta energética e optar por aquele que apresentar menor consumo de energia. - Substituir as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras. Dão a mesma luz, mas poupam 80% da energia eléctrica utilizada e duram 8 vezes mais.- Desligar os equipamentos no botão, em vez de desligar no comando. Os aparelhos em modo stand-by, continuam a gastar energia.- Evitar abrir desnecessariamente a porta do frigorífico e, quando for necessário abri-la, ser o mais rápido possível. Verificar periodicamente o estado da(s) borracha(s) das portas do frigorífico.- No Inverno, aproveitar a radiação solar para aquecer a casa, através das janelas. - No Verão, evitar que o ar condicionado esteja a funcionar com as janelas abertas.- Utilizar as máquinas de lavar com carga completa e num programa de baixa temperatura.- Utilizar baterias ou pilhas recarregáveis em vez das descartáveis.
A preocupação com o meio ambiente deve fazer parte da vida de cada pessoa para que as cidades, o mundo, o planeta e até mesmo as casas se tornem lugares melhores para viver.

domingo, 5 de outubro de 2008

Plástico

Os materiais plásticos surgiram como resultado das tentativas dos investigadores no sentido de inventar materiais sintéticos capazes de imitar ou substituir materiais naturais. Na segunda metade do século passado, o desenvolvimento da química orgânica e as noções de estrutura molecular, não só ampliaram os conhecimentos sobre polímeros naturais, um dos maiores constituintes dos seres vegetais e animeis, como abriram o caminho a descoberta dos primeiros polímeros sintéticos.
O polímero é uma palavra de origem grega que significa formado de muitas partes. Um polímero é constituído gigantes. Os plásticos são polímeros sintéticos, obtidos através de diversas reacções químicas, a partir de moléculas simples. As matérias-primas mais utilizadas são o petróleo e o gás natural, após sucessivas operações de fraccionamento. A produção de materiais plásticos representa apenas 4% do consumo total de petróleo. Na sua forma básica, os plásticos apresentam-se na forma de grânulos ou pós que, por acção do calor, fundem e são moldados. Existem dois tipos principais de plásticos:

1. Termoplásticos – amolecem quando aquecidos e endurecem de novo quando arrefecem, o que permite moldá-los sucessivas vezes. Mais de 80% dos plásticos vulgarmente utilizados são deste tipo.
2. Termoestáveis ou Termoendurecíveis – ganham forma de produtos rígidos por acção do calor e reacções químicas e não são susceptíveis de serem moldados de novo por acção do calor.


Apesar de serem materiais “recentes” os plásticos cedo se afirmam como material especialmente útil e extremamente versátil. As matérias-primas plásticas são utilizadas para fabricar fibras sintéticas (para vestuário e confecções), material escolar, brinquedos, instrumentos médicos, materiais de construção, materiais de agricultura, peças para automóveis, telefones, electrodomésticos, computadores e ainda para fabricar embalagens. Como há muitos materiais plásticos diferentes entre si, as tecnologias de fabrico são também muito variadas. A maior parte dos objectos fabricados em plástico caracterizam-se pela sua duração. As embalagens, que têm normalmente curta, representam, a nível nacional, menos de um terço do consumo de plásticos.
Os materiais plásticos são conhecidos mundialmente por siglas (já indicadas no inicio do trabalho).
Vantagens da reciclagem do papel

A reciclagem de papel e cartão permite assim uma grande redução da quantidade de resíduos sólidos urbanos, permite evitar uma excessiva utilização dos recursos naturais, nomeadamente de matérias primas como a madeira e a água e permite ainda reduzir bastante o consumo de energia.
Papel

Está estabelecido que foi na China que se fabricou a primeira folha deita de pasta de papel. No primeiro século da era cristã , Tsai Lun mandou bater conjuntamente farrapos de seda e cascas de amoreira, misturando-as em águas. Posteriormente, crivou as fibras separadas pelo batimento numa forma feita de finas lâminas de bambu e entrelaçadas, obtendo folhas de papel que eram postas a secar ao sol.
As tecnologias de fabrico de papel têm sido objecto de inúmeros esforços de investigação e de transformação, procurando-se uma maior eficiência e eficácia do processo de produção, bem como na qualidade do produto final. Embora exista uma variedade enorme de tipos de papel, que se fabricam das mais diversas maneiras, as bases do processo não se afastam do conceito clássico de Tsai Lun, comas suas quatro operações: mistura de fibras vegetais em água, drenagem, prensagem e secagem.
A nossa civilização tem levado a um progressivo aumento da procura de papel para utilização, quer nos meios de comunicação, quer em embalagens. Este material tem condições para ser um produto aceitável do ponto de vista ecológico, visto que é produzido a partir de uma matéria-prima renovável, sendo reciclável e biodegradável
Torna-se, no entanto, necessário salientar os impactes ambientais negativos da produção de papel, os quais são decorrentes da desflorestação (monoculturas de espécies mais rentáveis e consequente diminuição da biodiversidade, erosão e exaustão de solos, abaixamento do nível freático e secagem dos poços), da produção intensiva de pasta (poluição atmosférica com emissões de ácido sulfídrico e mercaptanos e dióxido de enxofre), e do papel (poluição dos aquíferos com elevadas quantidades de produtos químicos-biocidas, branqueadores ópticos, correctores de humidade e de viscosidade, vernizes, etc. – utilizados no processo). Por outro lado, o branqueamento da pasta de papel, no caso de ser feito com cloro (poluição dos aquíferos com compostos organoclorados, dioxinas, de elevado grau de toxidade, bioacumuláveis e persistentes), e a eliminação dos resíduos originados na produção (produção de lamas com concentrações elevadíssimas de produtos tóxicos resultantes de todo o processo e aumento de resíduos decorrentes do consumo de produtos), também originam impactes no meio ambiente, quando não existem nas fábricas os adequados tratamentos de efluentes.
Vivemos numa sociedade de consumo e desperdício, em que o consumo é uma consequência da prosperidade, dando origem a sub-produtos e resíduos considerados sem utilidade, o que faz realçar a preocupação de reduzir, reutilizar e reciclar o grande volume de resíduos sólidos, quer domésticos quer industriais, de forma a permitir a sua reintrodução nos ciclos de mercado.
Por outro lado, o desenvolvimento da indústria de papel e cartão, as necessidades de matérias-primas, os sistemas de recolha de papéis velhos e do seu tratamento apelam necessariamente a uma estreia colaboração entre produtores e consumidores, numa atmosfera de confiança e boa fé.
É importante compreender que os resíduos podem ser uma fonte de matéria-prima que urge ser valorizada. Não é por acaso que um número cada vez maior de agentes económicos empresas e indivíduos) está consciente dos impactes no ambiente dos desperdícios e, consequentemente, dos custos acrescidos que estes impõem às suas actividades quotidianas.
É essencial estabelecer regulamentações e instrumentos económicos para a utilização de tecnologias menos poluentes por parte das indústrias, bem como incentivar a investigação e o design de forma a reduzir os desperdícios. Por outro lado, cada pessoa, no seu dia-a-dia, deve proceder a uma mudança de comportamentos, responsabilizando-se pelos seus actos e, consequentemente, facilitar e colaborar na política dos 3R’s.